A Polícia Civil segue em diligências para localizar José Hildegondes da Costa, de 48 anos, conhecido como “Zôla”, suspeito de assassinar um casal na madrugada do dia 7 de fevereiro, no distrito de Caiçara, município de Paraná, no Alto Oeste do Rio Grande do Norte. O crime, que causou forte comoção na região, foi cometido com extrema violência e o suspeito continua foragido.

As vítimas foram identificadas como Maria Elinete Duarte, de 42 anos, natural de Paraná/RN, e José Wagner da Silva, de 37 anos, residente no sítio Lagoa de Pedra, município de Luiz Gomes/RN. De acordo com informações preliminares da investigação, o casal foi atingido por mais de 37 golpes de faca durante o ataque.

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Segundo a polícia, Maria Elinete havia se separado recentemente do suspeito, que não aceitava o fim do relacionamento. Na noite do crime, ela estava em sua nova residência acompanhada de José Wagner quando José Hildegondes teria invadido o imóvel pelos fundos e iniciado o ataque contra as vítimas.

Mesmo ferida, Maria Elinete ainda tentou fugir e pedir ajuda a um vizinho, mas foi alcançada e novamente atacada. José Wagner morreu no local. Maria Elinete chegou a ser socorrida para o Hospital Municipal de Paraná/RN, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos.

Após o crime, o suspeito fugiu e tomou destino ignorado. Desde então, equipes da Polícia Civil, com apoio da Polícia Militar, realizam buscas em áreas urbanas e rurais, além de levantamentos investigativos para tentar localizar o acusado.

O caso é investigado como homicídio qualificado, com agravantes de emboscada e recurso que dificultou a defesa das vítimas, além de violência doméstica contra a mulher, sendo classificado como crime hediondo.

A Polícia Civil pede o apoio da população e reforça que qualquer informação que possa contribuir para a localização do suspeito pode ser repassada de forma anônima, por meio do 190 ou diretamente às delegacias da região. A identidade do denunciante será preservada.

As investigações continuam, e novas informações devem ser divulgadas à medida que o trabalho policial avançar.

FONTE/CRÉDITOS: Repórter Caveira