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Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2026

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Natural de Jardim de Piranhas (RN), Valdeci “Colorido” é citado em novo mapeamento do PCC e aparece entre jurados de morte pela facção

Valdeci, o Colorido, já foi apontado em investigações como o número 2 do PCC nas ruas.

Natural de Jardim de Piranhas (RN), Valdeci “Colorido” é citado em novo mapeamento do PCC e aparece entre jurados de morte pela facção
Foto: Reprodução/PBAlerta
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Um dos nomes mencionados no novo levantamento sobre a estrutura interna do Primeiro Comando da Capital (PCC) é o do seridoense Valdeci Alves dos Santos, conhecido como Colorido, natural de Jardim de Piranhas, no Seridó potiguar.

O mapeamento, elaborado pelo Departamento de Inteligência da Polícia Civil de São Paulo (Dipol) e divulgado inicialmente pelo jornalista Fábio Diamante, do SBT, aponta que Valdeci está entre cinco ex-chefões que hoje figuram como jurados de morte pela própria organização criminosa. O relatório revela um racha interno na cúpula da facção, evidenciando disputas de poder e conflitos entre antigos líderes.

As informações também foram confirmadas pelo portal Metrópoles, com base em investigações que cruzaram dados sobre prisões, movimentações financeiras e a estrutura remanescente do grupo.

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Ex-número 2 nas ruas

Valdeci, o Colorido, já foi apontado em investigações como o número 2 do PCC nas ruas. Segundo apurações policiais, ele teria atuado como um dos principais operadores da facção, com envolvimento em esquemas de lavagem de dinheiro, utilizando empresas e até instituições religiosas para movimentação de recursos ilícitos.

Atualmente, conforme o relatório policial, ele integra a lista de ex-líderes considerados traidores ou dissidentes dentro da organização.

Estrutura mantém Marcola no topo

O documento indica ainda que o PCC mantém uma estrutura formal de liderança, tendo como principal nome Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, que cumpre pena em presídio federal de segurança máxima.

Os outros quatro jurados de morte

Além de Valdeci, também aparecem na lista:

  • Abel Pacheco de Andrade, o Vida Loka – ex-integrante histórico da liderança que entrou em conflito com o comando central;
  • Daniel Vinícius Canônico, o Cego – dissidente que teria rompido com Marcola;
  • Roberto Soriano, o Tiriça – apontado como rival interno de destaque;
  • Wanderson Nilton de Paula Lima, o Andinho – ex-chefe com atuação marcante em presídios federais.

Estratégia de monitoramento

A atualização faz parte da estratégia das forças policiais para mapear áreas de influência, relações internas e possíveis desdobramentos de violência, tanto nas ruas quanto dentro do sistema prisional. O objetivo é antecipar movimentos da facção e reforçar ações de inteligência e repressão qualificada.

FONTE/CRÉDITOS: Metrópoles
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