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Uma reunião realizada nesta segunda-feira em Cajazeiras deixou evidente o que já circulava nos bastidores da política local: o rompimento entre a prefeita Corrinha Delfino e o ex-prefeito Zé Aldemir.
Durante o encontro com secretários e aliados, Corrinha adotou inicialmente um discurso de neutralidade, afirmando que não poderia interferir no voto de ninguém. No entanto, segundo relatos de participantes, a fala foi além do tom institucional e marcou uma mudança clara de posicionamento.
A prefeita teria declarado que não irá “sujar o seu CPF” pedindo votos para Zé Aldemir — uma afirmação que repercutiu fortemente no meio político e entre aliados.
A declaração contrasta diretamente com o período eleitoral, quando Corrinha se referia ao ex-prefeito como seu “pai político”. Agora, o distanciamento se torna público e vem acompanhado de movimentações nos bastidores, incluindo o fortalecimento de sua aproximação com o deputado Júnior Araújo e com o ex-prefeito Carlos Antônio.
Além disso, já há relatos de mudanças administrativas, com o afastamento de pessoas ligadas ao grupo de Zé Aldemir, sinalizando uma reconfiguração política dentro da gestão municipal.
A mudança de postura levanta questionamentos inevitáveis nos bastidores: o que provocou o rompimento entre a campanha e o exercício do poder?
Sem declarações diretas sobre os motivos, o cenário político em Cajazeiras começa a se redesenhar. O que antes era aliança, agora dá lugar a um ambiente de disputa — com lados cada vez mais definidos à medida que o processo eleitoral se aproxima.
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