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Na manhã desta terça-feira (15), o advogado Ozael da Costa Fernandes causou polêmica ao rechaçar publicamente a investigação da Polícia Civil, que aponta pai e filho como mandantes da tentativa de feminicídio por atropelamento contra a cabeleireira Maria Irilene de Sousa Melo, de 43 anos, em Sousa, Sertão da Paraíba.
O crime ocorreu no dia 29 de março deste ano no bairro Raquel Gadelha, quando a vítima, que estava em uma moto Biz vermelha, foi atingida na traseira por um veículo Fiat Uno de placas OGB 4452. Segundo a polícia, o atropelamento teria sido encomendado para matá-la, configurando uma tentativa de feminicídio.
Durante participação no programa Cidade Notícia, da rádio Líder FM, Dr. Ozael Fernandes afirmou que as provas apresentadas pela investigação são frágeis e prometeu contestar no processo.
“Eu entendo que é muito frágil a prova judiciária e certamente em juízo nós vamos poder contestá-la com todo rigor, provando no final que pai e filho não participaram ativamente desta empreitada criminosa”, garantiu.
O advogado foi além ao afirmar que os investigados sequer conhecem o motorista do Uno supostamente usado no crime, defendendo que o caso se trata apenas de um acidente de trânsito, e não de uma tentativa de homicídio.
“Observe que o motorista, quando colide na traseira da moto, sai e coloca as mãos na cabeça, dando a entender que foi um ato involuntário. Eles não sabem quem é o motorista, não premeditaram essa morte, não contrataram ninguém para matar a dona Irilene”, declarou o advogado.
Apesar da defesa, pai e filho tiveram as prisões preventivas mantidas pela Justiça após audiência de custódia nesta terça-feira (15) e foram encaminhados para a Colônia Penal do Sertão em Sousa.
Dr. Ozael informou que já deu entrada em um pedido de revogação da prisão junto à 1ª Vara da Comarca de Sousa e prepara também um Habeas Corpus no Tribunal de Justiça da Paraíba para tentar a liberdade dos acusados.
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