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Escolhida a dedo por sua "limpeza eletromagnética" — a ausência de torres de celular e interferências de rádio — a cidade de AGUIAR abriga o Laboratório Conjunto China-Brasil de Tecnologia em Radioastronomia. O objetivo oficial é puramente científico: estudar a matéria escura e a expansão do universo.
No entanto, um relatório explosivo do Congresso dos Estados Unidos mudou o tom da conversa nesta segunda-feira (2).
Uso "Dual": Ciência ou Espionagem?
O documento norte-americano aponta que o sistema de observação instalado em AGUIAR pode ter "uso dual". Isso significa que, além de olhar para as estrelas, a tecnologia teria capacidade para:
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Inteligência Militar;
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Rastreamento de alvos não cooperativos;
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Consciência situacional espacial.
O relatório vai além e destaca que o instituto chinês parceiro das universidades paraibanas (UFPB e UFCG) está "profundamente integrado à base industrial de defesa da China".
Governo da Paraíba em Silêncio
Procurado pela impresa paraibana, o secretário de Ciência e Tecnologia da Paraíba, Claudio Furtado, adotou uma postura cautelosa. Segundo ele, o estado aguarda um posicionamento oficial do Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores), já que o caso envolve acordos internacionais de alto nível.
A localização estratégica de AGUIAR é o que torna o projeto viável e, agora, alvo de suspeitas. O silêncio radiofônico da região, essencial para captar ondas do espaço profundo, é visto pelos EUA como um "escudo" que também pode esconder outras finalidades.
Enquanto a ciência busca respostas sobre a origem do universo em solo sertanejo, a diplomacia mundial agora tenta entender o que realmente está sendo monitorado a partir de AGUIAR.
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