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As entidades fechadas de previdência complementar (EFPC), popularmente conhecidas como fundos de pensão, encerraram o ano passado com um desempenho notável, registrando um superávit de R$ 17 bilhões e uma rentabilidade média de 13,23%. Este feito representa o melhor resultado do sistema desde 2013, ano em que o superávit atingiu R$ 18 bilhões. As informações foram divulgadas nesta terça-feira (14) pela Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp).
Conforme os dados apresentados, a apuração desse saldo positivo deriva da diferença entre os R$ 39 bilhões acumulados em planos que apresentaram superávit e os R$ 22 bilhões observados em planos com déficit.
Resiliência e solidez do setor
Devanir Silva, presidente da Abrapp, enfatizou a robustez do segmento. “Os resultados do ano passado atestam a resiliência e a consistência da previdência complementar fechada no Brasil. Mesmo diante de um cenário financeiro complexo, o sistema demonstrou uma performance sólida, alicerçada em governança rigorosa, gestão de riscos eficaz e uma perspectiva de longo prazo”, afirmou Silva.
Atualmente, os fundos de pensão gerenciam aproximadamente R$ 1,4 trilhão em ativos no território brasileiro. Estruturados como sociedades civis ou fundações, essas entidades operam sem fins lucrativos, ofertando planos de previdência privada exclusivamente para funcionários de empresas ou membros de associações e sindicatos.
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