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A Justiça converteu a prisão em flagrante de Lanna Carolina Andrade da Costa e Lucas da Silva Lourenço em preventiva. O casal havia sido detido enquanto transportava armamento de uso restrito.
A detenção ocorreu na Via Dutra, onde a Polícia Rodoviária Federal interceptou os indivíduos com um vasto arsenal: 11 pistolas calibre 9mm, seis fuzis e sete carregadores. O material bélico, que vinha de São Paulo, segundo depoimento dos próprios presos, seria entregue a traficantes no Complexo da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro, conhecido como um dos principais domínios da facção criminosa Comando Vermelho.
O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) fundamentou o pedido de prisão preventiva, ressaltando a significativa quantidade de armas apreendidas, o histórico dos envolvidos e o destino do carregamento: uma área notoriamente controlada pelo Comando Vermelho, facção cuja expansão territorial tem sido objeto de frequentes notícias.
Durante a audiência de custódia, o magistrado acatou a solicitação do MPRJ, baseando sua decisão na gravidade intrínseca do delito, na elevada probabilidade de reincidência e nos fortes indícios de que os detidos fazem parte de uma organização criminosa, optando assim pela manutenção da prisão preventiva do casal.
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